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2012 - A Profecia Maia

2012 - A Profecia Maia

Alberto Beuttenmüller

Tema:

Ocultismo/Esoterismo

Tamanho: 16,00 x 23,00 cm
Páginas: 320
ISBN:

9788571872066

Preço: R$40,00
Disponibilidade: 14

Exemplares: COMPRAR

O autor preferiu o caminho do romance para revelar a forma de pensar dos extraordinários maias. Pesquisou o rigor da matemática que usavam com apenas três signos: o ponto, o traço e o zero (este, uma sofisticação que nem egípcios, gregos ou romanos conseguiram) e da astronomia maia, embora tivessem vivido na chamada era da pedra polida – além de incríveis princípios próprios de sua civilização, como transformar os crânios das crianças desde a infância para que melhor pensassem e, assim, houvesse comunicação entre os dois hemisférios cerebrais.

Os maias foram sempre guardiões de segredos perdidos nas dobras de tempos imemoriais e, talvez por isso, fundaram uma civilização que tinha como missão harmonizar todo o sistema solar.

Este romance divide-se entre as duas civilizações maias – a de Na Chan ou Palenque, na região de Chiapas, e a de Chichen Itza, no Yucatan.

O autor apaixonou-se pela civilização maia no México, em 1970, quando lá esteve pela primeira vez para cobrir a Copa do Mundo de Futebol para o Jornal do Brasil. Ao visitar sítios arqueológicos maias, sentiu no templo de Kukulcan (Serpente Emplumada) em Chichen Itza que deveria desvendar aqueles mistérios e escrever um livro sobre os maias.

“Quando comecei a ler este livro, até pensei: mais um que entrou na onda das profecias, do sobrenatural, do além, da mitologia, do misticismo dos mundos antigos. E, quando percebi, não parava de ler, não conseguia, e já não tinha mais nenhum preconceito, apanhado pela rede, mergulhado num livro fascinantes, escrito por um homem que pesquisou fundo, foi aos recônditos da história do mundo e dos povos. Beuttenmüller, o jornalista, o crítico implacável de artes, vai surpreender os que não conhecem este seu outro lado. Ele nos confunde: documentário ou ficção? Às vezes, tem-se a sensação de estar mergulhado num romance aventuroso, sensual, trágico e bem-humorado, cheio de peripécias. No entanto, aqui não se inventa, apesar do delirante de uma ação que parece ter surgido na imaginação. Não foi, tudo aconteceu. Certamente, um dos livros mais deliciosos dos últimos anos, pela sua fluência, limpidez, intriga, sabor. Quem não ler, não saberá o que perdeu. Profecias? Vocês ainda não conhecem nada. Vão ter calafrios!”

Ignácio de Loyola Brandão
escritor e jornalista